CrossFit

Protocolos de Fortalecimento 
Aqui na Crossfit 198 gostamos de reforçar sempre o conceito: “Crossfit é um programa de condicionamento físico “. Além disso sempre que existe uma oportunidade para escrever sobre um assunto, falar no Podcast ou palestras procuramos sempre reforçar que a idéia é desenvolver suas aptidões físicas de forma completa e equilibrada. Isso inclui um desenvolvimento gradual prevenindo o máximo possível o surgimento de lesões.
Mesmo com todas essas preocupações, vez ou outra sempre surgem queixas de algum tipo de incômodo ou dor. Normalmente essas intercorrências tem relação com a falta de mobilidade ou de fortalecimento muscular específico.
Observando esse cenário, em nosso cotidiano, criamos 3 protocolos para serem feitos antes ou após os treinos com a finalidade de prevenir ou reverter alguns quadros. Esses protocolos estão disponíveis em nosso mural, e são de conhecimento dos treinadores.
Procure ter a disciplina de utilizá-los, caso for necessário, e consulte os treinadores para uma execução técnica e segura.

Coach Teco Martins.

DOMINGO!!!! 
No dia 25 de setembro teremos mais um evento com Artes Marciais, Crossfit, Foodtruck, DJ e muita diversão!

As 10 horas aula de Defesa Pessoal no Tatame logo em seguida as 11 horas treino de Jiu-Jitsu. As 11 horas simultaneamente no CrossFit teremos um dos treinos clássicos do Coach Teco Martins, o SUPER TABATA!!!
Esperamos todos vocês pra viver essa experiência!

“Crossfit” não é só “Crossfit”
Lendo alguns textos e conversando com algumas pessoas, tive a oportunidade de parar por alguns minutos e refletir sobre um assunto muito relevante e que diz respeito a profissão que escolhi.
Desde que comecei a utilizar o “Crossfit” como programa de condicionamento físico, pude ficar mais próximo dos alunos e sob esse “disfarce”, comecei a ouvir questões sobre qual a necessidade de se ter um professor formado ministrando a aula e até mesmo a idéia de que qualquer pessoa poderia “puxar” esse tipo de treino em um parque.
Mas será que realmente é tão simples assim montar um treino? Afinal de contas, “Crossfit” é só “Crossfit”, não é mesmo?
Não! Elaborar o treino da semana não é tão simples assim. Questões fisiológicas, morfológicas e até mesmo psicológicas são de extrema relevância na elaboração dos treinos. 
Observamos o individuo e todas as suas particularidades (mesmo trabalhando com aulas em grupo) e para isso utilizamos toda a base de conhecimento cientifico adquirido nos anos de faculdade, inúmeros cursos, palestras e uma infinidade de livros e artigos lidos.
Ao final desta reflexão, posso afirmar que nem mesmo um “atleta amador” , um estagiário de educação física ou tão somente “Coach Level 1”, teriam uma base de conhecimentos necessários para desempenhar papel tão importante na vida das pessoas.
Buscamos impactar com EXCELÊNCIA e ser fator de mudança na vida das pessoas, mas existe uma linha tênue entre impactá-las positiva ou negativamente, tudo dependerá se um profissional vai acompanhá-lo em seus treinos.
Coach Calebe

CrossFit

Excelência 

BY 9 setembro 2016

Buscar Excelência …. Sempre!!!!
“Excelência”. 
Essa palavra é o verdadeiro motivo para tamanha inquietude de pensamentos, agitação no comportamento e motivação na condução do trabalho. Comecei a usar a palavra “excelência” em uma de nossas reuniões de treinadores, na verdade a palavra surgiu logo depois de um questionamento: “De zero a dez, qual a nota que vocês dão para o nosso Box?” Surgiram notas medianas, e até algumas acima da média, e no momento que eu classifiquei acabei gerando espanto por colocar um valor tão baixo em um trabalho que parece estar indo bem. Mas porque uma nota 4 de zero a dez??? Essa foi a pergunta, “não seria um exagero ?” Não! Esse trabalho tem que ser EXCELENTE em inúmeros aspectos, e chegar no “status” de excelência exige muita vontade de querer mudar, o tempo todo!
Desde então surgiram algumas reflexões a respeito do nosso programa de condicionamento físico (Crossfit), questões sobre prevenir lesões criando protocolos e exercícios de base para reduzir esse tipo de intercorrência, discutir e desenvolver tarefas que preencham a necessidade de abordar as 10 capacidades físicas que compõe o “fitness” (aptidão física), e refletir sobre o próprio comportamento na criação e desenvolvimento de uma “cultura de atitudes” que acreditamos ser relevante em nossa comunidade. Esse último aspecto traz pra nós o exercício de vigiar e mudar nosso próprio comportamento enquanto treinador para o fortalecimento o “capital humano” do box: A Comunidade!
Sendo assim, pensamos, discutimos, agimos, refletimos sobre o que foi feito e passamos a agir novamente com o “fogo” interno de quem deseja e busca “EXCELÊNCIA”.
Coach Teco Martins.

Treinando para a vida
Alguns minutos em uma academia de Crossfit em uma aula lotada no meio de um “WOD” (treino do dia) é possível perceber o quão perigoso é esse ambiente. Barras, anilhas, kettlebell, cordas e até pessoas, são projetadas ao ar e jogadas no chão algumas vezes.
No meio de tudo isso vemos alguns alunos circulando como se estivessem em uma academia “normal”, passando muito perto de possíveis acidentes e, em alguns casos sofrendo um acidente de fato ou gerando um.
O que me pergunto é: “Qual é a origem dessa conduta despreocupada?”
A princípio me parece que esses alunos em questão não se importarem com as outras pessoas. Mas será esse o real motivo?
Ao fazer um reflexão mais profunda sobre a Educação Física brasileira, percebo que não fomos ensinados a ter noção espacial e a desenvolver habilidades essenciais de defesa como correr e cair, o que reflete a formação de um adulto não atento ao ambiente e sem recursos para reagir a perigos.

Na prática temos alunos que não tem boa técnica de corrida, não sabem rolar para amortecer a queda de um “handstand” (parada de mão) e não assimilam os riscos de se movimentar próximos a uma pessoa que desenvolve uma carga de 100kg acima da cabeça.
Todas essas “falta de experiência” podem trazer risco e limitar a prática de atividade física das pessoas.
Tendo essa preocupação com o bem-estar e integridade dos nossos alunos, nós, treinadores da Crossfit 198, sempre estamos discutindo maneiras de estimular essas noções espaciais e habilidades.
Resultado disso são alguns protocolos de segurança que foram implantados nas aulas, exercícios específicos e até eventos como o “Track & Field” realizado no último domingo (28/08/2016) com o foco no desenvolvimento da técnica de corrida.
Contudo treinar de forma mais consciente em relação ricos do ambiente e dos limites do nosso corpo, nos leva a estarmos mais preparados para os desafios da vida. Afinal, esse é o objetivo que está presente no conceito do nosso programa de condicionamento físico (Crossfit).
Coach Brau.

Uma reflexão sobre a palestra “O que é Crossfit ?”
No início desse ano (2016) entendi que era necessário dedicar tempo para “informação” e discussões de “conteúdo”. Percebi que muitos alunos, apesar de estarem completamente adeptos ao nosso programa de condicionamento físico (Crossfit), pouco sabiam sobre Crossfit conceitualmente, e para tornar os treinos e seus comportamentos mais “conscientes” se tornou necessário disponibilizar textos, criar clínicas e palestras.
O interessante disso tudo é que sempre quando me preparo para falar sobre os conceitos do nosso programa acabo entrando em uma série de reflexões sobre conceito, trabalho, e minha carreira profissional. Digo isso porque a primeira vez que li o “Manual do Treinador Nível 1″ já era educador físico a 16 anos (2012) e tinha minha opinião e “valores” como ser humano e profissional bem definidos, e por um único motivo me interessei pelo “Crossfit” decidindo me “credenciar” ao programa: “CONCEITO”.
A “ideia” defendida nesse manual, que é a base de todo programa, me criou “simpatia” e passei a aceitar a possibilidade de carregar esse “label” (marca) não somente minhas ações profissionais, mas também como ferramenta para uma busca pessoal e filosófica : “Ser catalisador de mudanças na vida das pessoas “.
Uma vez credenciado, passei a respeitar conceitos básicos do programa como adaptar as tarefas para ser “INCLUSIVO”, planejar e programar treinos para desenvolver capacitação física e por consequência saúde. Me baseie, e reflito constantemente sobre os princípios que me geraram essa simpatia.
A “fundação” da CrossFit198 foi feita com o propósito de ser “Crossfit” em conceito, mas principalmente nas atitudes. Discutimos, refletimos e tomamos decisões baseados em um único valor: “Gerar mudanças positivas na vida dos membros de nossa Comunidade “. Essa perspectiva nos impulsiona a viver e se comportar em grupo, vivendo todas as propostas que nesse “box” são estabelecidas, porque nossas reflexões concluíram que precisamos viver em grupo, e principalmente com o grupo, para sermos também influenciado por essa “proposta”.
Essa semana eu (Coach Teco Martins) falei sobre “O que é Crossfit” na Crossfit MUD para alunos e convidados com o propósito de esclarecer, provocar reflexões individuais e “fortalecer” conceito. Fiquei muito feliz com o “engajamento” de todos e a seriedade, percepção e compreensão da nossa discussão. E, apesar de todo carinho e reconhecimento, gostaria de dizer para cada um que estava presente, ou que já ouviu essa palestra e participou dessas discussões, que esse exercício de comunicação é uma tarefa que criei para mim mesmo com a finalidade de lembrar qual o caminho é inclinações que decidi seguir.
Gostaria de agradecer a todos, que atenciosamente e carinhosamente, tornam a minha “empreitada” possível.
Obrigado, Teco Martins.

CrossFit

DEADLIFT 

BY 22 agosto 2016

DEADLIFT 
O “deadlift” (levantamento terra) é um exercício de levantamento básico aparentemente simples, porém não menos importante que os outros levantamentos mais complexos.
Podemos considerar que o “deadlift” é o movimento primário para os outros levantamentos que “tiram” cargas do chão, como “snatch” (arranco) e “clean” (primeira fase do arremesso).
Um dos erros comuns na execução do “deadlift” acontece logo no início do movimento, aonde normalmente algumas pessoas extendem os joelhos primeiro do que o quadril, sendo que o movimento de extensão dessas duas articulações deve ser praticamente simultâneo. Além disso é necessário estabilizar a coluna vertebral mantendo as curvaturas fisiológicas, e assumir uma posição inicial que ative os músculos do posterior da coxa.
Para ativar a musculatura posterior da coxa é necessário posicionar os ombros a frente da barra, e manter a barra olímpica próxima do corpo para realizar um movimento vertical e reto. Qualquer padrão de movimento que comprometa o “curso” linear da barra coloca em risco a postura e por consequência sobrecarrega os músculos paravertebrais.
Gosto sempre de dizer aos meus alunos o quanto é importante “se adaptar a barra” e não a barra a eles.
Procure se movimentar com segurança, use cargas que você domine, descubra seu corpo e seus limites para evoluir de maneira sólida e gradativa. Converse com seu treinador sobre você e seus treinos, seu desenvolvimento depende disso.
Coach Murilo Kater

“Legado Olímpico” 

O segundo semestre de 2016 foi de grande importância para o mundo dos esportes, em especial, para praticantes de Crossfit. No final de Julho, tivemos o Crossfit Games, em seguida, as Olimpíadas 2016.
Sob o olhar de um professor de educação física e “Coach” de Crossfit, o que torna esse momento ainda mais especial para os brasileiros, é que o evento esportivo mais importante do mundo, está acontecendo no “nosso quintal”.
Percebo que, em virtude do vertiginoso crescimento de ginásios de Crossfit no Brasil, ocorreu também um maior interesse por modalidades que, até então, não faziam parte do “cardápio” do brasileiro, como Levantamento olímpico, atletismo, ginástica olímpica, etc. Isso não significa que esportes 

tradicionalmente de massa (Futebol, basquete, vôlei) percam espaço, mas o temos um maior leque de modalidades para trabalhar como profissionais de educação física.
Usando como exemplo o LPO (Levantamento de Peso), percebi nossos alunos sofrendo, se identificando, torcendo, e até se frustrando com o atleta, quando o mesmo não consegue executar um “Snatch” (Arranco), pois há muita empatia entre nossa metodologia de treino e essa modalidade. Começam a entender o esforço do atleta, o quão duro é o dia-a-dia dos competidores, e nesse momento, todo o nosso trabalho faz mais sentido para o aluno. Todos aqueles movimentos com PVC, aparentemente chatos e sem sentido, os educativos posturais com a barra, o momento certo de cada “puxada”, até o grande momento de execução e finalização do “Snatch” (Arranco). E um erro qualquer, pode colocar toda a execução a perder. Um simples erro.

Haverá ainda um grande caminho a percorrer, mudaremos a cultura de um aluno por vez, assim como fazemos no nosso dia-a-dia, mostrando o quão vasto é o mundo dos esportes, e como pode fazer sentido na vida de cada um deles. E eles ainda irão se frustrar, chorar, pensar em desistir, mas saberão, por serem testemunhas oculares, que os grandes atletas também erraram, e voltaram para os treinos, sempre, e sempre, e sempre. Esse é o legado das olimpíadas para nossa profissão.
Coach Calebe Silva